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Mar 14

Nós, homens, somos continuamente servos de Afrodite. Lançamos as nossas preces à deusa esperando que as desejadas sejam nossas, enquanto que noutras preces pedimos para as desprezadas desaparecerem da nossa vida. A deusa do amor sexual é a nossa companhia neste mundo em que o corpo de uma bela mulher vale mais do que o ouro. Ó deusa mais perfeita do Olimpo, esperamos sempre pela tua intervenção!

publicado por Dicas, Informações e Oportunidades às 20:38

O desprezo para alguns é como a chuva. Há quem goste de apanhá-la, quem lhe passe ao lado, e quem ache um inconveniente que chova. Não sei se a uma mulher tanto importa ser amada como odiada, porque se existir uma das duas situações não há um género de desprezo que é a... Indiferença. Entre ser-se indiferente e ser-se odiado, se calhar há quem prefira porque desperta emoção. E enquanto desperta alguma coisa, é quase como ópio. A dependência de se saber que aquela pessoa nos odeia, MAS... Pelo menos não lhe somos indiferentes. Não sei se me fiz entender. Já o amor. Não tem conversa. Saber-se amado por alguém, acho que a qualquer, que seja minimamente inteligente e bem formado sabe bem. Eleva a moral, ego, até deve fazer bem à pele... (estou a ser um bocado cínica) é verdade! Alguém nos dizer Amo-te, mesmo que não haja retorno pelo menos deixa-nos quase em estado de levitação. E penso que um pouco gratos por esse amor, ou seremos verdadeiramente obtusos. Quem oferece amor sem exigir nada me troca merece-nos pelo mínimo gratidão. Um pouco de entendimento. Não que seja obrigatório, mas será humanamente perceptível que assim seja. Quanto à pergunta que me deixa e já me alonguei como sempre nas considerações anteriores, como é de certo modo posto com alguma particularidade de homem para mulher, eu como fêmea irrita-me veementemente ser desprezada! Até porque gosto de ser eu a desprezar não gostando de aplicá-lo, entenda-se. E vejamos, há várias escalas de desprezo. Quem me diz que esse desprezo é velado? Tem dentro dele tanto de interesse e outras formas de fazer reagir, que também se podem esconder no desprezo. Dissecando o ser desprezada a mim não me aborrece nada, por outro lado, que me desprezem. É a tal coisa da chuva. Se for alguém que não me diz nada. Óptimo! Se for quem me desperta alguma empatia é complicado, mas vivo bem com isso, não agradamos a todos. Alguém que ame. Esteja muito envolvida e densamente limitada no discernimento, por esse mesmo envolvimento. Dói! Bastante. Fica-se com o orgulho ferido. E anda-se um bocado aos papéis, mas eu sou um animal. Rumino! Ando ali a latir e a morder uns chinelos de quarto, basicamente porque o desprezo me enraivece. Ser-se desprezado porque se merece é inteligente. Deve engolir-se como um remédio para que se aprenda. Ser-se desprezado por mau carácter ou por outras coisas que o desprezo encerra... Pois! É tal qual o ódio e o amor serem marido e mulher. Há muito desprezo que se chamaria paixão não consumada, ou dor de cotovelo. DE todo e em qualquer caso gosto do desprezo seja que mo apliquem o aplicá-lo acho como disse muitas vezes é matar a pessoa em vida. E ninguém é melhor que ninguém. Todos precisamos uns dos outros, na volta quem desprezamos hoje... É-nos de muita falta amanhã. Lei tríplice. Desculpe o extenso e a pobreza das minhas afirmações, mas isto dar-me-ia muito mais pano para mangas e a falar olhos nos olhos que é como deve ser debatido. Mais uma vez se pretender que deixe de comentar o seu blog diga. Não levarei a mal. Boa semana E tem aqui um comentário maior que o post
Efe minúsculo a 16 de Março de 2014 às 18:57

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