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Nov 15

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A Chave Para o Entendimento do Universo é o TEMPO!

 

Ninguém até hoje no planeta Terra soube de fato interpretar o tempo tempo pois:

O tempo para nossos prótons passa de forma diferente que o tempo para nossos elétrons!

 

Vejam como isto é possível:

1 - O tempo é uma variável complexa digital, composta de uma parte real e de uma parte imaginaria;

2 - A cada novo tempo real (tipicamente 5.39121 × 10−44 segundos) a nossa "rede espacial tridimensional" (que se aloja na "superfície" de uma hiperesfera espacial de 4 dimensões) é copiada gerando uma versão "em branco" como se fosse uma tela em branco do programa paint (porem tridimensional). O ponto de cada nova cópia é o que chamamos de "tempo presente".

3 - Entre dois "quadros do tempo real" o tempo imaginário executa um total de  8.77 ×1060  "passos de processamento". Se quisermos associar um "passo no tempo real" a um "passo no tempo imaginário" podemos afirmar que o tempo imaginário dura 15 bilhões de anos. Ou seja entre cada intervalo de 5.39121 × 10−44  segundos de tempo real, temos um loop de tempo imaginário que dura 15 bilhões de anos, no qual um novo "quadro espacial" do nosso universo é "pintado".

4 - O tempo real não pode ser dissociado do espaço. Temos que imaginar uma hiperesfera de 4 dimensões, que tem um "raio espacial" e um "raio temporal" (igual ao espacial dividido pela velocidade da luz).  Um espaço tempo vazio é composto por uma rede de esferas uniformes e nele as "esferas de espaço tempo" tem diâmetro igual ao comprimento de Planck (1.61624 × 10−35 m) e igual ao tempo de Planck (5.39121 × 10−44 s).

5 - A presença de matéria "colapsa" as "esferas de espaço tempo" reduzindo o seu diâmetro a zero, o que faz com que as esferas adjacentes aumentem de tamanho. Desta forma se muita massa é colocada em um mesmo ponto as esferas em torno deste ponto aumentam de tamanho. Apesar das esferas espaciais aumentam de tamanho nós temos a falsa impressão (prevista pela primeira vez por Albert Einstein) de que a "massa encolhe o espeço" , pois nos medimos o espaço contando quantas esferas uma partícula pode pular em uma unidade de tempo e assim esferas maiores implicam em distancias menores e ai pensamos que o espaço encolheu. Para o caso do tempo (que observamos de uma forma mais direta) quando as "esferas de tempo" se expandem (pelo fato de estarem próximas do ponto com massa) temos a impressão de que o tempo também se expande (passa mais devagar). 

6 - Como as esferas de tempo tem tamanhos diferentes, o "tempo presente" não vai mais representar uma linha continua, mas sim algo que varia em função da distorção provocada pela massa em um certo ponto do espaço. Numa analogia pensem em uma sala onde o chão representa o espaço (plano XY) jogando uma camada de bolinhas de ping pong nesta sala temos uma primeira "camada de tempo", ao jogar mais bolinhas, elas vão formar camadas sucessivas até chegar no teto da sala, enchendo a mesma completamente. Agora imaginem que o teto é móvel e se desloca lentamente para cima. Quando tiver espaço suficiente uma nova "bolinha de ping pong" surge no espaço disponível entre a pilha de bolas e o teto. Como as camadas de bolinhas são irregulares, com o avançado teto as novas bolinhas vão surgindo na camada de uma forma "aleatória", mas formando sempre um ciclo completo. Por exemplo se cada bola tem 2cm de diâmetro, quando o teto subir 1,5cm em alguns pontos vamos ter espaço para novas bolinhas, mas após subir 2,1cm certamente teremos espaço para mais uma nova camada na sala toda. Agora imaginem que no centro da sala temos bolas de basquete (com 20cm de diâmetro) sendo "posicionadas" e que nos cantos temos bolas de ping pong com 2cm de diâmetro. Se o teto subir 10cm vamos ter 5 camadas novas nas bolinhas de ping pong mas nenhuma bola de basquete nova surge no centro. Após subir 20 cm vamos ter uma camada nova de bolas de basquete e 10 camadas novas de bolas de ping pong. Assim o tempo no centro (nova camada de bola de basquete) avançou apenas uma unidade (5.39 × 10−44 segundos) enquanto que no canto (novas camadas de bolas de ping pong) ele avançou 10 unidades  (53.9 × 10−44 segundos).

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7 - O tempo imaginário independe o tempo real. Ele faz com que partículas pontuais descrevam trajetórias elípticas e espirais (no espaço tempo) e o colapso do tempo imaginário transforma uma partícula pontual em uma membrana (cilindro, casca esférica, esfera “solida”). As partículas se deslocam no espaço-tempo e podemos afirmar que ela “giram no espaço” e também “giram no tempo”. O giro no espaço todo mundo entende, é ele que gera a forma espacial da membrana. O giro no tempo é que vai gerar duas propriedades físicas para cada partícula. Imaginem na nossa sala cheia de bolinhas de ping pong, onde o chão representa o plano XY e a altura representa o tempo. Agora invertam a sala de cabeça para baixo: O ponto mais alto no teto é o tempo zero e o ponto no solo é o tempo presente (a sala cresce de altura e novas bolas surgem na sua base). Agora imaginem uma bola de tênis “magica” que pode cruzar as bolinas de ping pong como se elas não existissem. Colocamos esta bola de tênis no centro da sala e soltando ela de uma certa altura ela começa a pular (como se estivesse em uma sala vazia). Se imaginarmos que não existe atrito a bola de tênis vai ficar ali pulando para sempre. Alem disso quando uma bola de ping pong é “atravessada” pela bola de tênis ela é pintada de uma cera cor. Se a bola de tênis está subindo ela deixa um “rastro” vermelho (ou seja pinta de vermelho as bolinhas pelas quais passa) se está descendo ela deixa um rasto azul e quando a bola de tênis está parada em baixo (por que bateu no chão) ela marca as bolinhas de ping pong com a cor preta. Quando está parada em cima (por que parou de subir) deixa as bolas de ping pong na cor branca original. Nesta analogia bolas de ping pong vermelhas tem carga negativa, bolas azuis tem carga positiva e bolas preta tem massa...

8 – Na analogia anterior podemos pensar que a bola de tênis dá vários pulos girando um pouquinho a cada um deles e assim ela gera dentro da sala (pintando as bolas de ping pong) o “desenho tridimensional” de uma calota, com um lado azul outro vermelho e no chão observamos um círculo preto. Então o fundo da sala se move (novo tempo real) e a bola de tênis passa a gerar o círculo preto em uma nova posição... Agora imaginem que os bolas de ping pong aumentaram de tamanho (de 2 para 20 cm=> bola de basquete). A bola de tênis não é afetada por isto, mas o tamanho do desenho (em termos de números de bolas) fica 10 vezes menor e além disso a bola de tênis pula 10 vezes mais (pois as bolas de basquete demoram mais para surgir uma nova camada) e assim o círculo preto vai ficar também 10 vezes mais “forte” ou seja a massa “representada” pelas bolas pretas é 10 vezes maior...

 

10 – Observando um átomo de hidrogênio bem de “perto” veremos no centro uma esfera maciça (próton) e uma casca esférica que a cerca (elétron). O próton tem massa 1836 vezes maior que a do elétron e assim distorce muito mais o espaço-tempo do que a massa que existe na esfera do elétron.  Como a “bola de tênis” que desenha o elétron é igual a “bola de tênis” que desenha o próton, o fato da massa do próton ser maior indica que as “esferas de espaço tempo” em torno do próton são 1836 vezes maiores do que as “esferas de espaço tempo” do elétron. Isto significa que em átomo de hidrogênio os prótons “vivem” num tempo 1836 vezes mais lento do que o tempo dos elétrons...

11 – Este fenômeno explica por que a luz tem velocidade menor na agua do que no vácuo: Os átomos de H2O estão bem próximos e desta forma quando um fóton passa por eles o seu tempo fica mais lento quando está perto dos núcleos atômicos!

12 – Fica a pergunta: Nós que somos feitos de prótons e elétrons... vivemos em qual tempo? No tempo dos prótons? Ou no tempo dos elétrons?

 

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publicado por Dicas, Informações e Oportunidades às 19:47

Gostei!
Sem o concurso do tempo, nenhum fenômeno natural é possível.
Jonas Paulo Negreiros a 10 de Abril de 2016 às 21:26

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Segundos dados do hublle, o tamanho do universo é ...
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Boa Noite!Caríssimo Bosco, agradeço seu comentário...
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